É uma aldeia antiga, de velhas casas de granito, com algumas construções novas, de ruas em calçada, com muitas fontes, onde corre uma água limpida e fresca que provém de nascentes, sendo das melhores a nivel do concelho Flaviense. É uma aldeia tipica Transmontana, com chaminés que fumegam no Inverno, com boa gente sempre pronta a bem receber quem a visita, tem como Festividades típicas, O Senhor dos Desamparados, celebrado no primeiro Domingo de Junho, e o StºAntónio, padroeiro da freguesia, a 13 de Junho.Pretendo com este blogue divulgar a minha magnífica e espantosa terra...onde as pedras contam histórias...de contrabando e tradição...
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
Qual a origem do nome Soutelinho da Raia?
É uma aldeia antiga, de velhas casas de granito, com algumas construções novas, de ruas em calçada, com muitas fontes, onde corre uma água limpida e fresca que provém de nascentes, sendo das melhores a nivel do concelho Flaviense. É uma aldeia tipica Transmontana, com chaminés que fumegam no Inverno, com boa gente sempre pronta a bem receber quem a visita, tem como Festividades típicas, O Senhor dos Desamparados, celebrado no primeiro Domingo de Junho, e o StºAntónio, padroeiro da freguesia, a 13 de Junho.Soutelinho foi centro de operações de combate ...

Em 1912, esta freguesia esteve no centro das operações de preparação do combate de Chaves, em que Paiva Couceiro tentava, pela segunda vez, restaurar a Monarquia. Chaves sabia o perigo que corria e clamava por reforços urgentes. Ao fim da manhã do dia 7 de Julho de 1912 já as tropas rebeldes, vindas da Galiza, tinham deixado Montalegre para trás e chegam a Vilar de Perdizes.Ás 6 horas da tarde chegam à vista de Soutelinho da Raia, e dizem que os Guardas Fiscais do Posto ao vê-los, fogem, com excepção de um que confessa a sua devoção monárquica e logo ali se integra na coluna.Os outros, noite fora, vão avisar Chaves da proximidade dos Paivantes, mas na vila não lhes dão crédito supondo-os em força na conquista de Montalegre. Entretanto e sem que os de Chaves o creiam, junto ao cemitério de Soutelinho da Raia, os monárquicos levantam as suas tendas. Foi grande o pandemónio durante toda a noite. Os moradores estavam aterrorizados.E em Chaves desconhecia-se o que em Soutelinho se passava. No dia 8 de Julho de 1912, ainda noite escura, os 500 homens da coluna monárquica levantam as tendas em Soutelinho da Raia e põem-se a caminho de Chaves.Tinha chegado a hora da grande aventura na qual, mais uma vez, para gáudio da República e de todos os flavienses, Paiva Couceiro fracassava.
A Igreja ...
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